A tarifa do transporte coletivo ficou mais cara em São Paulo e em ao menos outras 12 cidades da Região Metropolitana. O reajuste começa a valer nesta terça-feira (6) na capital paulista, enquanto alguns municípios já aplicaram os novos valores desde o início do ano.
Na cidade administrada por Ricardo Nunes, a passagem de ônibus passou de R$ 5 para R$ 5,30, alta de 6%. O percentual supera a inflação acumulada no período, que ficou em 3,9%, segundo o IBGE.
Além disso, os bilhetes do metrô e dos trens metropolitanos, sob gestão do governo estadual, subiram de R$ 5,20 para R$ 5,40. Já a tarifa integrada, utilizada por passageiros que combinam ônibus e transporte sobre trilhos, passou de R$ 8,90 para R$ 9,38.
Reajustes variam entre cidades da região metropolitana
Na Grande São Paulo, o aumento não foi uniforme. Em Guarulhos, a passagem subiu para R$ 6,20 e está em vigor desde 1º de janeiro. O mesmo ocorreu em municípios como Arujá, Itaquaquecetuba, Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires, onde os valores foram reajustados nos primeiros dias de 2026.
Já cidades que operam linhas em consórcio, como Osasco, Barueri, Carapicuíba, Jandira e Itapevi, adotaram o novo valor de R$ 6,10.
Em Mauá, o reajuste foi diferente conforme a forma de pagamento. No cartão, a tarifa passou para R$ 4,90. Em dinheiro, subiu para R$ 5,90.
Municípios que mantiveram a tarifa
Apesar do movimento de alta, algumas cidades optaram por manter o valor praticado em 2025. É o caso de Santo André, São Bernardo do Campo, Poá, Cajamar, Suzano e Taboão da Serra.
Outros municípios ainda não anunciaram oficialmente se haverá reajuste. Entre eles estão Ferraz de Vasconcelos, Embu-Guaçu, Embu das Artes, Diadema e Santana de Parnaíba.
Cidades com tarifa zero ou sem transporte municipal
Há ainda municípios da região metropolitana que não operam linhas municipais ou adotam tarifa zero. Entre eles estão São Caetano do Sul, Guararema, Salesópolis e Santa Isabel.
